Caminhos ancestrais

A imersão nos pontos mais remotos do Peru, passando por cânions, gêiseres, encostas e lagos andinos e vivenciando o remanescente da sabedoria das civilizações inca e pré-inca, se revela uma lição de cultura, natureza e espiritualidade

Hospedagem entre formações rochosas e paisagem de altitude nos Andes peruanos
Fechar

Benefícios Exclusivos UNQUIET: Atemporal by Andean Collection, Puqio Lodge, Tinajani Lodge, Titilaka Lodge, Peru

Saiba mais

Consulte seu agente de viagens

Atemporal by Andean Collection
atemporal.pe

Puqio Lodge
puqio.pe

Tinajani Lodge
tinajani.pe

Titilaka Lodge
titilaka.pe

Benefício: Early check-in/late check-out e Upgrade sujeitos a disponibilidade

  • Use o código: UNQUIET
  • Validade: Junho de 2027

“Nas terras onde o condor voa alto e o vento sussurra canções milenares, começamos a nossa viagem pelo Peru, que é um convite à aventura e um chamado para a alma. Um destino para explorar os caminhos menos percorridos e descobrir os segredos das montanhas, dos vales e dos povos que guardam a essência de uma cultura ancestral.”                                          

Eu já havia estado no Peru algumas vezes, mas agora a viagem foi muito especial e surpreendente. Nosso roteiro foi muito além das rotas turísticas, o que me colocou diante de um Peru autêntico, onde a cultura ancestral e a natureza se entrelaçam de forma única. Tive a sensação de descobrir um novo capítulo de um livro conhecido, mas com um mergulho profundo na ancestralidade dos Andes.

Lima e Arequipa: paladar e história 

Chegamos a Lima, a capital da gastronomia da América Latina, e nos hospedamos no Atemporal by Andean Collection, um charmoso hotel butique premiado com uma chave Michelin. Ele ocupa uma casa típica da década de 1940 no bairro de Miraflores e nos recebeu com elegância e atenção aos detalhes. Durante a tarde na cidade, fomos ao La Mar Cevicheria, sob a direção do premiadíssimo chef Gaston Acurio, criador do conceito do restaurante mais famoso do Peru. Na casa, o chef Anthony Vasquez nos acolheu com um verdadeiro banquete, marcado pela variedade de peixes e frutos do mar, com destaque para os ceviches (o prato típico local) acompanhados de Pisco Sour (um clássico coquetel peruano). Inesquecível. 

Paisagem de beleza inacreditável do altiplano andino, na travessia até o Vale Del Colca
Paisagem de beleza inacreditável do altiplano andino, na travessia até o Vale Del Colca
Mesa com frutos do mar e pratos da gastronomia peruana em Lima
Prato servido no premiado La Mar Cevicheria, em Lima

Após a curta estada, seguimos para Arequipa, “a cidade branca”, que leva essa alcunha por ter sido construída com pedras das erupções do Vulcão Misti, cuja silhueta imponente é visível de todos os pontos da cidade. Nosso hotel, o Cirqa, um Relais & Châteaux abrigado em um monastério de 1540, ficava bem localizado, no centro antigo, a poucos passos da Plaza de las Armas e da majestosa Catedral de Santa Maria, do início do século XVII. Por ali, ainda visitamos o San Camillo, um vibrante mercado, repleto de cores, aromas e sabores de frutas, legumes e raízes. 

Terminamos o dia conhecendo o Mosteiro de Santa Catalina, um complexo religioso de freiras dominicanas, fundado em 1579 e tombado como um Patrimônio Mundial da Unesco. O lugar serviu como um refúgio para as mulheres da elite espanhola, que viviam em clausura e dedicavam sua vida a orações, contemplação e serviços voluntários. Uma viagem pelo tempo e pela história, entre a igreja, os corredores, os pátios, as casas, os jardins internos e as memórias de tantas vidas devotadas.

Os segredos das montanhas 

No dia seguinte, logo cedo, saímos rumo ao nosso destino, o Vale del Colca. Nessa travessia, fomos agraciados pela presença imponente da Cordilheira dos Andes, que nos acompanhou com seus picos nevados e paisagens de tirar o fôlego. À medida que avançávamos pelo altiplano, começamos a avistar as primeiras lhamas, alpacas e guanacos, habitantes majestosos dessas alturas, que nos fitavam curiosos enquanto pastavam tranquilamente.     

Celebração da Pachamama com trajes tradicionais, fitas coloridas e rituais andinos
Celebração do Dia de Pachamama, em emocionante encontro com locais na Fortaleza de Chimpa

Após algumas horas de estrada, chegamos ao Vale del Colca, onde nos hospedamos numa das charmosas tendas do Puqio Lodge, imersos na natureza e na cultura local. Da nossa tenda era possível avistar os terraços agrícolas, uma herança da maravilhosa engenharia inca. Construídos há séculos, esses andenes (como são chamados em espanhol) são uma rede de plataformas escalonadas que aproveitavam a encosta das montanhas para criar áreas de cultivo. Ali plantavam-se batatas, favas, milho e cevada, uma tradição que segue até os dias de hoje e demonstra a surpreendente efetividade das sabedorias incas.

Depois de uma noite de sono profundo, acordamos cedo para mais um dia de aventuras e descobertas. Tomado o café da manhã especial, com frutas locais, pães caseiros e outras delícias, seguimos para o cânion do Vale del Colca.

Fizemos um trekking ao longo dele, o quarto mais profundo do mundo, com 4 mil metros de profundidade e mais de 90 km de extensão. O lugar é formado por uma fenda na Cordilheira dos Andes e oferece paisagens únicas e uma rica biodiversidade. Foi ali que avistamos os condores-dos-andes, a maior ave voadora do mundo, que chega a ter 3 m de envergadura. Sagrado na cultura inca, o pássaro representa a força e o mundo celestiais. Assistir os condores planando majestosamente sobre o vale foi um momento mágico, um presente da natureza, que nos aproximou dos valores dos povos ancestrais.

Condor-andino sobrevoa o Cânion do Colca, um dos grandes cenários naturais dos Andes
O voo de um condor-dos-andes sobre o vale
Puyas-de-raimondi em paisagem de altitude nos Andes peruanos
Uma floresta de Puya de Raimundi na região de Tinajani
Corinna Sagesser, publisher da UNQUIET, ao lado de uma centenária Puya de Raimundi, que chegam a 12 m de altura
Corinna ao lado de uma centenária Puya de Raimundi, que chegam a 12 m de altura

O próximo desafio foi a subida ao Gêiser de Pinchollo, que fica dentro da Cratera Lipayoc, um espetáculo natural formado pela interação de águas subterrâneas aquecidas pela atividade geotérmica e a crosta terrestre, criando erupções de água quente a 100 ºC.  

Ao final da tarde, fizemos uma caminhada pelos terraços, até o complexo arqueológico de Uyo Uyo, uma cidade pré-inca de 1350, habitada pelos Collagua, um povo indígena com uma sociedade complexa, conhecida por sua habilidade na agricultura e arquitetura. Um momento mágico e inesperado aconteceu no dia seguinte, durante o trekking de subida até a Fortaleza de Chimpa, um sítio arqueológico do século XI, também tombado pela Unesco e outro exemplo impressionante da engenharia e arquitetura pré-inca. Na chegada ao topo da montanha, encontramos um grupo de pessoas da comunidade celebrando o Dia de Pachamama, a divindade que representa a natureza e a fertilidade. Nesse dia são feitos rituais e oferendas à Mãe Terra, agradecendo pelas colheitas e pedindo a proteção para o futuro. As famílias preparam oferendas, como alimentos, folhas de coca, chicha de jora e tabaco.

Vista ampla do Lago Titicaca, na região de Puno, com embarcação ao fundo
O lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, entre o Peru e a Bolívia

Foi lindo vivenciar como nos receberam. Éramos os únicos viajantes, tendo a honra inesperada de participar da celebração, envolvidos por uma calorosa hospitalidade: comida e bebida compartilhadas com generosidade, acompanhadas de sorrisos e canções, criando um laço de amor e respeito com a  Mãe Terra. Um momento único de conexão com a comunidade e sua cultura, que permanecerá conosco para sempre. 

Um altomisayoq (o xamã andino) liderava a cerimônia, realizando orações e pedindo bênçãos para todos. Em um momento muito emocionante, ele me abençoou com sua energia e sabedoria, e desci a montanha profundamente tocada pela experiência.

Foi um momento de conexão com a espiritualidade andina. Nos despedimos do Vale del Colca plenos, seguindo para a região de Tinajani, mais uma vez ladeados de paisagens intocadas e pequenas fazendas criadoras de ovelhas e lhamas. 

Chullpas de Sillustani, estruturas funerárias da cultura Kolla, em Puno
As Chullpas de Sillustani, estruturas funerárias da cultura Kolla, em Puno
A impressionante estrutura dos canais de irrigação de Waru Waru, que datam de 300 a.c., na região do Titicaca
A impressionante estrutura dos canais de irrigação de Waru Waru, que datam de 300 a.c., na região do Titicaca
As tradições têxteis dos moradores da ilha de Taquile
As tradições têxteis dos moradores da ilha de Taquile

A arte da natureza 

O Cânion de Tinajani é um complexo geológico natural situado a 3.953 m acima do nível do mar, na região de Puno, um cenário natural impressionante, feito de rochas de arenito erodidas pelo vento e pela água há milhares de anos. Uma obra-prima da natureza tão grandiosa e monumental que nos deixou em êxtase. É um lugar que inspira admiração e respeito pelas belezas naturais.

Ficamos hospedados no mais novo hotel da rede Andean, o Tinajani Lodge, uma antiga fazenda de ovelhas, onde o silêncio só era interrompido pelo canto dos pássaros, como o íbis, e seu som melódico e suave, que ecoava pela paisagem, criando a sensação absoluta de serenidade e paz interna. Como durante toda a viagem, nos deliciamos com a gastronomia local.

A primeira manhã na região foi desafiadora: nos preparamos para um trekking de 4,2 mil metros de altitude, saindo do lodge e caminhando pelo cânion por um labirinto de pedras, onde o vento e o tempo esculpiram maravilhas naturais. Esse foi um momento especial, uma experiência que vou guardar com carinho para o resto da vida.

Mais uma surpresa estava por vir: um piquenique na floresta das Puyas de Raimundi. As gigantescas puyas chegam até 12 m de altura, vivem 100 anos e são endêmicas à região, o que cria um cenário lindo e acolhedor. Foi um almoço perfeito para relaxar e nos conectar com a natureza. Como inquietos viajantes, logo após o almoço continuamos nossa jornada. Ao final do dia, visitamos as ruínas de Pucara, um tesouro arqueológico pré-inca (1100 a.C.-100 d.C.), com estruturas de pedra que contam a história de uma civilização antiga. A arquitetura em forma de pirâmides e os artefatos encontrados revelam a habilidade e a criatividade dos povos que ali habitaram e se desenvolveram.

O lago da vida 

Depois desses dias imersos na natureza e na história do altiplano, partimos para Sillustani, localizado à margem do Lago Umayo, perto de Puno, um sítio arqueológico da cultura Kolla (1200-1532). 

Um homem taquile
no usando o tradicional chulo (gorro de lã colorido)
Mãe e filha vestem chapangas, vestidos coloridos que celebram a beleza, na mesma ilha

Lá foram construídas as chullpas, estruturas funerárias de pedra em forma de torre, onde os líderes e nobres da comunidade eram enterrados com seus pertences. Dali seguimos para o último destino, o Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, com 8.372 km², entre o Peru e a Bolívia. Fomos recebidos com conforto no Titilaka Lodge, que conta com vistas incríveis.

O Titicaca é um verdadeiro tesouro natural e cultural da América do Sul. Suas águas azuis e cristalinas refletem as montanhas ao redor, criando um cenário impressionante. Também é um lugar sagrado para os povos andinos, com suas ilhas flutuantes. Para conhecer bem a região, saímos cedo em um barco exclusivo do hotel, rumo à nossa primeira parada, uma visita à Ilha dos Uros, este povo indígena que vive no lago desde o século X. Ele também é conhecido por suas ilhas e casas flutuantes, feitas de camadas de totora, uma planta aquática em que são amarradas cordas, formando assim uma superfície sólida.

Donos de uma rica cultura e tradição, os uros têm histórias e lendas sobre o lago. Uma delas conta que a Ilha do Sol, localizada no lago e considerada um lugar sagrado, foi onde o deus Inti (o Sol) nasceu, dotando o lugar de grande poder e energia.  De lá, navegamos até a Ilha de Taquile, onde nos encontramos com alguns moradores, que nos receberam com muito carinho e sorrisos no rosto. Pudemos ver como os taquilenos são hábeis nas tradições têxteis, com desenhos inspirados na natureza e na cultura aimara. Todos os homens usam o chulo (gorros de lã coloridos), que indicam o estado civil de cada um. Já as mulheres usam as chapangas, vestidos coloridos que simbolizam a beleza e a feminilidade. A comunidade, formada por 2 mil pessoas, vive basicamente da pesca, da agricultura em terraços e do turismo.
O oceanógrafo Jacques Cousteau esteve no Lago Titicaca com seu barco Calypso, em 1968, onde encontrou e relatou várias espécies de animais, plantas e ruínas submersas da civilização Tiwanaku, de mais de mil anos. Essa expedição deu origem ao documentário A Lenda do Titicaca. Cousteau descreveu a viagem como um momento histórico e emocionante na vida dele.

O complexo arqueológico de Uyo Uyo

Na despedida dessa viagem mais que especial, fomos conhecer os canais de Waru Waru, que começaram a ser construídos em 300 a.C. Eles são um exemplo da engenharia agrícola tradicional e da adaptação humana às planícies aluviais do Lago Titicaca. Essas plantações consistiam em campos elevados para o cultivo de batata, quinoa e cañihua, por exemplo, rodeados por canais de irrigação. A água coletada vinha da chuva, rios e lagos e ajudava a controlar a temperatura e a umidade do solo. Uma solução utilizada até os dias de hoje, em que a inteligência ancestral e a beleza natural ainda se encontram em perfeita harmonia.                                      

Após dias inesquecíveis, nos despedimos do Peru, que ensinou que a verdadeira riqueza está no respeito pela natureza e na preservação das tradições ancestrais. Um legado que nos inspira a cuidar do planeta e a valorizar as histórias que nos unem.  

Matéria publicada na edição 23 da Revista UNQUIET.

Fechar

SUSTENTABILIDADE

Ações de conservação do meio ambiente e ações sociais

Saiba mais

Atemporal by Andean Collection

Ambiental:

  • Redução do uso de plásticos descartáveis nas propriedades da coleção.

    Utilização de produtos de limpeza biodegradáveis.

    Compostagem de resíduos orgânicos sempre que possível.

    Reutilização e gestão eficiente da água, incluindo reaproveitamento de águas cinzas em algumas operações da coleção.

    Incentivo ao consumo de produtos locais, reduzindo impactos associados ao transporte de mercadorias.

Social:

  • Contratação prioritária de colaboradores das comunidades locais.
  • Apoio a produtores rurais e ao sistema de abastecimento “farm-to-table” (do produtor à mesa).
  • Valorização da cultura peruana por meio da integração de artesãos e artistas locais na decoração e experiência dos hóspedes.
  • Promoção de experiências que aproximam os viajantes das comunidades locais, gerando benefícios econômicos para a população.
  • Geração de empregos e oportunidades de desenvolvimento profissional em destinos turísticos menos favorecidos.
  • Fortalecimento de fornecedores locais, agricultores, artesãos e pequenos empreendedores da região.

____________________________________________

Puqio Lodge

Ambiental:

  • Construção integrada à paisagem andina, utilizando tendas e estruturas que minimizam o impacto visual e físico sobre o ambiente natural.
  • Uso de materiais sustentáveis e naturais nas acomodações, favorecendo a integração com o ecossistema local.
  • Valorização do turismo de baixo impacto, incentivando a exploração da natureza por meio de caminhadas e atividades guiadas em vez de infraestrutura intensiva.
  • Oferta de amenidades orgânicas para os hóspedes, reduzindo o uso de produtos químicos convencionais.
  • Incentivo à observação da fauna e flora locais, promovendo conscientização sobre a conservação do Vale do Colca.
  • Experiências focadas na conexão com a natureza e no respeito ao ambiente natural, seguindo os princípios de turismo responsável.

Ações Sociais e Comunitárias:

  • Trabalho com artesãos, naturalistas e especialistas locais para condução das experiências oferecidas aos hóspedes.
  • Valorização das tradições andinas por meio da gastronomia, cultura e interpretação do patrimônio local.
  • Inclusão de visitas a vilarejos, mercados e sítios arqueológicos da região, gerando benefícios econômicos para as comunidades locais.
  • Promoção da cultura agrícola tradicional do Vale do Colca, destacando produtos locais como variedades nativas de milho, quinoa e batata.
  • Incentivo à contratação de guias e prestadores de serviços da região para atividades de exploração e interpretação cultural.
  • Preservação e valorização dos conhecimentos tradicionais andinos por meio das experiências oferecidas aos visitantes.

Econômica e Cultural:

  • Gastronomia baseada em ingredientes e sabores andinos, fortalecendo cadeias produtivas locais.
  • Estímulo ao turismo de natureza e cultural como ferramenta de desenvolvimento regional sustentável.
  • Modelo de hospedagem que promove a conservação da paisagem e da identidade cultural do Vale do Colca como ativo econômico de longo prazo.

____________________________________________

Tinajani Lodge

Ambiental:

  • Área privada de conservação para proteção da paisagem e biodiversidade andina.
  • Construções elevadas e de baixo impacto ambiental.
  • Recuperação e reutilização de edificações históricas existentes.
  • Uso de energia solar em parte das operações.
  • Turismo de natureza com foco em atividades de baixo impacto, como caminhadas e cavalgadas.

Social:

  • Contratação e valorização de guias, artesãos e fornecedores locais.
  • Apoio ao desenvolvimento econômico das comunidades do Altiplano peruano.
  • Preservação e divulgação da cultura, história e tradições andinas.
  • Iniciativas de apoio social e conservação financiadas pelo empreendimento e pelos hóspedes.

Econômico-Cultural:

  • Gastronomia baseada em ingredientes regionais.
  • Incentivo ao turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento local.
  • Valorização do patrimônio natural e cultural da região.

____________________________________________

Titilaka Lodge

Ambiental

  • Operação com baixa pegada de carbono, utilizando energia hidrelétrica e gás natural. alimentos de produtores locais, reduzindo impactos de transporte.
  • Práticas de gestão de resíduos, redução de plásticos e uso responsável da água.

Social

  • Cerca de 75% dos colaboradores são oriundos das comunidades locais. ao desenvolvimento econômico sustentável das comunidades do Lago Titicaca. iras. de inglês, capacitação profissional e programas de estágio. anato e tecelagem andina para geração de renda às famílias locais. artesanato e cultura das comunidades aimarás e andinas. turísticas que promovem a preservação do patrimônio cultural local.

Titilaka – Sustainability & Community Programs
Andean Collection – Reciprocity & Impact

Ilustração: Antônio Tavares

    UNQUIET Newsletter

    Voltar ao topo Clicky