4 museus na
Cidade do México

Banho de cultura: capital mexicana possui mais de 150 museus. Confira 4 instituições que não podem ficar de fora do seu roteiro.

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O que não falta na Cidade do México são museus: mais de 150.

O que não falta na Cidade do México são museus: mais de 150. Um dos mais visitados é o Museu Nacional de Antropologia. Inaugurado em 1964, com arquitetura arrojada, abriga em seus 79.700 metros quadrados cerca de 600 mil peças, a maior documentação do período pré-colombiano. Ali estão a Pedra do Sol, escultura circular que reproduz o calendário asteca; uma réplica da tampa do sarcófago do rei maia Pacal, o Grande; a reprodução do templo da Serpente Emplumada e uma maquete da capital asteca Tenochtitlán, com 100 mil habitantes e 25 quilômetros quadrados  no seu apogeu (500 d.C.) 

O Museu Frida Kahlo celebra uma das raras figuras do século 20 que se tornou cult no 21. Fica na Casa Azul, onde ela cresceu e viveu com o muralista Diego Rivera e morreu em 1954. (Suas cinzas estão numa urna cercada por uma máscara funerária e objetos pessoais.) Na casa de Colonia del Carmen, bairro boêmio em Coyoacán, o casal recebia pessoas como o banqueiro Nelson Rockefeller, o compostitor George Gershwin, o cineasta Sergei Eisenstein e a atriz Dolores del Río. Roupas e itens pessoais dão ao local um ar intimista e telas de Frida reconstituem momentos críticos da sua vida tumultuada.  

Fugindo dos agentes de Stálin, o líder dissidente Leon Trótski asilou-se no México em janeiro de 1937 e morou com Frida e Diego até abril de 1939, quando se mudou com a mulher, Natália Sedova, para uma casa próxima. Ali, apesar de todos os cuidados, foi morto em agosto de 1940 por um espião soviético com um golpe de picareta de alpinismo na nuca. A Casa Museu Leon Trotsky preserva os muros altos e as torres de vigia erguidos depois de um primeiro atentado, buracos de balas, grades nas janelas – toda  a atmosfera de mistério que cercou o exílio mexicano do dissidente – e  o túmulo de Trotsky, que foi sepultado no jardim.

No belo Parque Chapultepec, com uma arquitetura que se funde à natureza, o Museu Rufino Tamayo abriga há 40 anos telas de cores vibrantes do pintor Tamayo (1899-1991), nascido em Oaxaca, e de outros 150 artistas internacionais que ele começou a colecionar nos anos 1960 para trazer o modernismo ao público mexicano. Prepare-se para um banho de arte e cultura.

Clique aqui para ler a matéria sobre a gastronomia no México.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra na edição 02 da Revista UNQUIET.

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