O melhor de Campos do Jordão


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Se a palavra da moda é reinventar, mire-se em Campos do Jordão. Até 1930, sua receita vinha de pacientes com graves enfermidades respiratórias. Eles subiam aos 1.628 metros de altitude da cidade, na Serra da Mantiqueira, para se tratar nas montanhas. Com o advento da penicilina, os sanatórios foram dando lugar a chalés ao estilo normando ou suíço. Era a vez de Campos se reinventar como destino turístico de inverno.

Já nos anos 1940, foram inaugurados dois hotéis de porte: o Grande Hotel e o Toriba. O primeiro esteve fechado por mais de duas décadas. Reabriu em 1982. Seu pé-direito alto e o mobiliário art déco ainda são um charme. Já o Toriba jamais fechou. Manteve os belos afrescos de Fulvio Pennacchi no restaurante que leva hoje o nome do pintor, bem como o chá da tarde. Soube se antecipar à segunda reinvenção de Campos do Jordão.

A cidade, de 52 mil moradores, deixou de ser destino exclusivo de inverno. Passou a ser procurada o ano todo. Sintoma dessa conquista é a cervejaria Baden Baden. Ela veio se juntar a atrações como a Geleia dos Monges e as salsichas do Harry Pisek. De quebra, Campos ganhou outra cervejaria artesanal, a Gård. A expansão também se deu na gastronomia. O restaurante Dois Rios, por exemplo, pratica cozinha portuguesa de primeira. Já o Pontremoli insere-se na culinária italiana, enquanto o Empório dos Mellos faz uma releitura da cozinha caipira.

Também a oferta hoteleira cresceu. O Six Senses Botanique, a 12 quilômetros do centro, com ousada arquitetura, oferece 11 villas, espaçosas e luxuosas. Ainda maiores são as casas do Matueté Villas.

Entre os passeios, uma dica é subir ao Pico do Itapeva, de 2.025 metros. De cima, divisam-se até 15 cidades do Vale do Paraíba. Outra visita memorável é ouvir as irmãs beneditinas entoando cantos gregorianos. Sempre às 17h45, na capela do Mosteiro de São João. Vai bem, ainda, uma ida ao Museu Felícia Leirner. As esculturas dessa polonesa radicada no Brasil estão dispostas em um jardim. Já o Palácio Boa Vista, desde 1964 residência de inverno dos governadores paulistas, tem no acervo obras de Di Cavalcanti, Portinari e outros grandes pintores brasileiros.

Nem todo mundo sabe, mas o nome do município se deve ao fato de que, no século 19, a região era, em sua maioria, propriedade rural do brigadeiro Manuel Rodrigues Jordão. Parte da mata original é conservada no Parque Estadual Campos do Jordão, mais conhecido por Horto Florestal. Programa similar, o Parque Amantikir foi inaugurado em 2007. Passeios mais recentes incluem o Zoom Bike Park (com 18 trilhas para bicicletas) e o Tarundu (com pista de patinação no gelo a passeios a cavalo, entre outras diversões).

Para quem aprecia os caminhos off-road, há ótimos roteiros, como o caminho para o Vale da Água Santa e para o Pico do Imbiri. Ou até a Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. São sugestões do projeto MIT Drivelines, que transforma os veículos 4×4 da Mitsubishi em uma companhia de viagens de primeira classe.

mitdrivelines.com.br

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