O pequeno monomotor corta o ar, zunindo pelo céu azul. Alto o bastante para tocar as nuvens, baixo o suficiente para que os olhos possam saborear a textura da savana. Tão perto que a África parece estar ao alcance das mãos. Sem dúvida, essa é a forma mais charmosa de viajar pelo continente.
O solo se torna cada vez mais próximo e, logo à frente, o verde interminável das árvores se abre para uma pista de terra vermelha. Vamos pousar. O piloto, no entanto, puxa o manche e a aeronave retoma a altitude. Algo está estranho. O pequeno Caravan inclina para um dos lados, passa pela pista e segue adiante. O destino está logo ali, mas, em vez de se aproximar, o avião começa a descrever círculos sobre a savana. O piloto finalmente quebra o silêncio inquietante. Sua voz, abafada pelo zumbido do motor, diz: “Senhoras e senhores, pouso não autorizado. Vamos precisar aguardar”. Pausa dramática. “Há elefantes na pista.”
Olho pela janela. Não existe cidade, não existe terminal e nem mesmo torre de controle. Não existe nada além de uma faixa de terra aberta no meio da savana. E elefantes. Como exatamente se remove um elefante de uma pista de pouso? A pergunta parece absurda e o início de uma piada ruim. Mas talvez esteja equivocada porque, naquele instante, suspenso entre o céu e a terra, percebo algo ainda mais estranho.
Não estou apenas chegando a um destino novo. Estou adentrando um mundo onde a pista pertence aos elefantes e os humanos esperam uma autorização. Antes mesmo de meus pés tocarem o chão, me dou conta de que o safári já havia começado.
Benefícios Exclusivos UNQUIET: Wilderness Linkwasha, Ellerman House, Victoria Falls Hotel, Zimbábue
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Wilderness Linkwasha
Benefício: Atividade surpresa, incluindo mimos, preparada pela equipe do lodge de acordo com a disponibilidade.
wildernessdestinations.com/africa/zimbabwe
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Ellerman House
Benefício: Carro à disposição para distâncias dentro da cidade; Drink de boas vindas, mimo preparado com ingredientes da estação; Upgrade; Early Check-in/Late Check-out de acordo com a disponibilidade.
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Victoria Falls Hotel
Benefício: Mimo de boas vindas especial; Upgrade; Early Check-in/Late Check-out de acordo com a disponibilidade.
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Use o código: UNQUIET
Validade: Setembro de 2027


Bem-vindo à savana, Sapiens sapiens
No Parque Nacional de Hwange, pode-se seguir os rastros de um leopardo solitário e acompanhar o despertar de irmãs leoas e seus filhotes, ao mesmo tempo que babuínos brincalhões se exibem entre búfalos impacientes. Tudo em uma única tarde.
O maior parque de preservação do Zimbábue ocupa uma área comparável à da Bélgica e abriga uma das maiores concentrações de fauna da África. Em suas planícies douradas, a vida selvagem revela um mundo que permaneceu essencialmente o mesmo por milhares de anos e segue indiferente à nossa presença.
Ou quase indiferente. No charmoso Wilderness Linkwasha, o jantar é servido à luz de velas, ao ar livre, sem cercas ou qualquer separação entre os hóspedes e a savana. O gerente, sempre sorridente, amigável e atencioso como todo o staff, apresenta as iguarias típicas: a sadza, uma espécie de polenta cremosa, mutaka, uma mistura de grãos cozidos macios e saborosos, e, por fim, a intrigante mopane, uma cumbuca de larvas de mariposa desidratadas, um verdadeiro abismo culinário para os não-iniciados.

o movimento ao redor, no Parque Nacional Hwange


Na penumbra da savana, à distância, uma mancha se move lentamente. Entre nós, vinho, conversas, risadas e sobremesa sob um mar de estrelas. O fenômeno se aproxima ‒ são elefantes em sua rotina noturna. Não apenas um, há mais deles. O lodge lentamente percebe o que está para acontecer e mergulha em um silêncio, diante da presença robusta e primitiva da manada de seis, que avança em sua direção.
Sem nenhuma cerimônia, eles param em frente à piscina, esticam suas trombas e ali, a não mais que 4 m de distância da mesa onde eu jantava, servem-se da mesma água na qual eu havia me refrescado naquela tarde quente. Sem pressa, sem medo. Uma vez saciados, seguem seu rumo.
O gerente, sentado ao lado, não parece impressionado. Sua tranquilidade é a perfeita tradução daquele mundo, cujas regras não compreendo. Talvez fossem os elefantes a nos observar, perguntando-se o que os humanos faziam ali. Sobre a mesa, a porção de larvas parecia fazer a mesma pergunta. Alcanço uma, levo à boca.

Teto de estrelas
Se na noite anterior os elefantes visitavam, nesta era eu quem aceitava o convite. Uma antiga canção infantil versa sobre uma casa sem teto, sem nada. Achei que só pudesse existir na imaginação de Vinicius de Moraes, até que me vi subindo lentamente seus degraus de madeira, até uma plataforma pouco mais de 2 m acima do solo. Construída em torno de uma antiga árvore (a madeira-de-chumbo), abria-se para a planície iluminada pela Lua cheia. Não havia teto, paredes ou qualquer traço de civilização em um raio de dezenas de quilômetros. Era ali que eu dormiria à noite.
Até então, as noites tinham o conforto seguro de um bangalô fechado, com uma instrução muito clara: “Não saia sozinho, há animais”. Agora, a noite passa a ser o respirar profundo da floresta sob um céu coalhado de estrelas. Ao redor, apenas a escuridão e a savana, pulsando suave ao som de cigarras, aves e uma hiena solitária chamando por seu grupo. Olho para a curta escada que leva ao solo. Leões sobem escadas?
Quando os primeiros raios de sol recortaram um grupo de girafas no horizonte, o despertar teve um sabor diferente. Pela primeira vez, não acordava ao lado da savana: acordava dentro dela. A casa de Vinicius existia. Só havia errado o endereço e tinha a Lua como teto.



A vida ao redor
Existe uma armadilha silenciosa em muitos safáris. Olhamos tanto para a vida selvagem que esquecemos de olhar para quem vive ao lado dela. Durante o recreio da Escola Primária de Ngamo, centenas de crianças tomam conta do pátio. Vestem o mesmo uniforme bordeaux e, aos poucos, vão se agrupando sob a copa generosa de uma enorme árvore carregada de pequenos frutos. À distância, parecem fazer parte dela, como mais uma floração da savana. Bastou um aceno para que a timidez desaparecesse. Em segundos, estávamos cercados por sorrisos, perguntas e mãos estendidas, querendo descobrir quem eram os visitantes.
Ali a natureza era também a escola, o recreio e o futuro de cerca de 500 famílias, que formam a comunidade de Ngamo. Com o apoio da Wilderness, investe-se em educação, agricultura e conservação para que aquelas crianças possam crescer sem precisar escolher entre proteger a vida selvagem ou abandonar o lugar onde nasceram. Hoje elas sonham se tornar guias, rangers e guardiãs daquele território. Talvez a vida selvagem nunca tivesse estado sozinha.

A língua das árvores
Era uma vez um lugar que somente os contos sobre florestas encantadas poderiam traduzir com alguma fidelidade. Onde o Rio Zambeze serpenteia em direção à fronteira com Moçambique, fica o remoto e estonteante Parque Nacional de Mana Pools. Um lugar pacífico e intocado, onde as árvores se vestem de trepadeiras para deixar de ser paisagem e assumir a aparência de gigantes, como titãs das matas. Lá o verde é mais verde, as montanhas se tornam azuis ao entardecer e o doce perfume da florada das acácias se espalha pelo ar. Há lugares que são somente belos. E há lugares que escondem uma segunda camada invisível para quem apenas olha, mas um universo inteiro para quem se põe a escutá-los.
Foi ali que conheci Elias, nosso guia do Wilderness Chikwenya. Nativo, de origem Tonga, ele parecia caminhar por aquele bosque como quem percorre a própria casa. Nunca frequentou uma escola, mas conhecia intimamente cada planta, cada rastro e cada mudança do vento. Uma folha macerada repele insetos, mas, se preparada como chá, é remédio para a malária.



Enquanto eu via árvores, Elias enxergava histórias. As marcas talhadas no tronco da mangueira-selvagem por seus ancestrais, por exemplo, assinavam acordos como um cartório a céu aberto. Na reentrância côncava de um baobá, esculpida pelo tempo como um trono vivo, uma antiga rainha se sentou para falar a seus súditos. A mesma rainha, hoje, está sepultada dentro de seu tronco. Elias devolvia à floresta tudo aquilo que o olhar urbano costuma retirar dela: significado.
Pouco a pouco, Mana Pools revelou ser um lugar habitado não apenas pela sua abundante vida selvagem, mas também pela rica cultura ancestral de um povo que caminhava com leões, falava a língua das matas e habitava o interior de árvores gigantes.
Por trás do uniforme de guia, havia um guardião comprometido em traduzir o mundo de seus antepassados antes que essa linguagem se perdesse. Talvez por isso, algo mudou em seu olhar quando quis me mostrar uma estrela.
Sob o mesmo céu
À beira do rio, perto do fogo e rodeado por hipopótamos noturnos, Elias aponta para o céu. “Não é uma estrela. É Vênus”, diz. Permaneci em silêncio por alguns segundos. Não queria estragar a noite, mas toda uma vida sob o céu da Bahia havia me dado alguma intimidade com o firmamento. “Acho que é Júpiter”, digo. Ele sorri e insiste. Eu também.
A conversa seguiu e, pela primeira vez, deixávamos de ocupar os papéis de guia e visitante para sermos duas pessoas sob o mesmo céu. Não sei exatamente o que Elias enxergou no estrangeiro que o contestava com propriedade, mas seus olhos profundos de quem passa a vida a ver bichos se iluminaram em uma ideia, que cuspiu inesperadamente: “Amanhã, vamos caminhar com leões”.
Por um instante, me arrependi de ter polemizado sobre os astros. Poderia ter concordado que era Vênus e encerrado a conversa por ali. Mas o homem que testava se eu sabia ler o céu agora perguntava se eu confiava nele para entrar a pé na floresta. Pergunto se é seguro. Ele ri: “Aventura, para mim, seria andar sozinho na cidade”.
Às 6 horas da manhã do dia seguinte, atravessamos o Zambeze até uma ilha deserta e caminhamos silenciosamente em fila, procurando rastros e lendo o vento. “Olhos abertos! É melhor vê-los do que ser visto por eles.” Quando um leão pode estar a poucos metros, todos os seus instintos lembram que você não passa de um primata sem garras e sem presas, a pé, onde claramente não ocupa o topo da cadeia alimentar. Todos os seus diplomas, cartões de crédito e currículos profissionais perdem completamente a utilidade. Ainda assim, seguimos.


No fim, não encontramos o que buscávamos, e assim são os safáris. Imprevisíveis. Mas o mais importante talvez não fosse o que procurávamos. Talvez fosse perceber que o visitante que há poucos dias temia a subida de um leão pelas escadas de uma casa na árvore, nesse momento, caminhava exatamente em sua direção. Não era um ato de coragem. Era finalmente aceitar a lógica de um lugar onde homens caminham com leões em uma terça-feira qualquer.
Homens que falam com árvores
Talvez fosse o meu estranho hábito de pedir que parasse o carro para tocar as árvores, de me demorar diante de um baobá, tentando compreender a presença quase humana daqueles gigantes. Ou talvez porque, pouco a pouco, eu deixava o lugar de mero espectador para me relacionar com tudo aquilo que tornava aquele território vivo. Mas, naquele último dia, descobri que enquanto eu tentava decifrar Mana Pools, Mana Pools também me decifrava.
“O homem que fala com árvores” foi como me chamaram, e Mundyoli, o nome que me deram. O que viram em mim, nunca saberei ao certo, mas sabia que não recebia apenas um nome. Mundyoli era uma resposta. A forma como aquele lugar dava sentido à minha presença enquanto eu tentava dar sentido à dele.
Naquele instante, Mana Pools dizia o que precisava. Não bastava atravessá-lo. Era preciso ser atravessado por ele. Somente assim, o estrangeiro finalmente deixava de ser apenas mais um estranho.
Ellerman House, Cidade do Cabo
O Ellerman House é daqueles raros hotéis que conseguem traduzir a essência de um destino. Instalado em uma elegante mansão histórica aos pés da Lion’s Head, combina vista para o Atlântico, uma das mais importantes coleções de arte sul-africana do país, uma adega com cerca de 9 mil rótulos de vinhos locais, gastronomia refinada, um spa perfeito para desacelerar e uma pantry aberta 24 horas, onde um aparentemente inocente biscoito de pasta de amendoim tem tudo para se tornar um caminho
sem volta. Mais do que um lugar para dormir,
é uma imersão na cultura sul-africana. E não poderia haver cenário melhor para isso: praias, montanhas, vinícolas e uma cena gastronômica vibrante fazem da Cidade do Cabo um dos destinos mais fascinantes do mundo. A South African Airways opera voos diretos entre São Paulo e Cape Town, tornando esse destino extraordinário muito mais próximo dos brasileiros.


Victoria Falls Hotel, Victoria Falls, Zimbábue
Há lugares que contam a História e há lugares que te levam de volta no tempo. O Victoria Falls Hotel persiste como um capítulo muito bem conservado da colonização britânica na África, proporcionando ao hóspede uma imersão no passado. Fundado no início do século XX, preserva a elegância de um cinco estrelas em estilo inglês e poderia facilmente servir de cenário para um filme de Wes Anderson. Seus longos corredores narram a chegada dos colonizadores e a construção da Victoria Falls Bridge através de fotografias, desenhos, pinturas, mapas antigos e uma infinidade de registros históricos. Do lado de fora, o afternoon tea é servido em um terraço onde duas árvores centenárias emolduram a vista panorâmica para a ponte sobre o Zambeze. Dentro, a tradição segue viva nos uniformes do staff e no café da manhã, onde uma estação de Bloody Mary reforça, sem sutileza, o espírito britânico que o hotel evoca naturalmente.
Matéria publicada na edição 24 da Revista UNQUIET.

Wilderness Linkwasha
Ações ambientais
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Proteção da vida selvagem – conservação de mais de 34 mil hectares da área privada Linkwasha–Makalolo, dentro do Parque Nacional de Hwange.
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Combate à caça ilegal (SAPU) – apoio à Scorpion Anti-Poaching Unit, em parceria com o ZimParks, para remoção de armadilhas, patrulhamento e combate à caça furtiva.
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Operação de baixo impacto – gestão de resíduos, redução do uso de plásticos, eficiência energética e uso responsável da água nas operações do acampamento.
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Conservação da biodiversidade – manutenção de pontos de água para fauna e monitoramento de elefantes, grandes predadores e outras espécies do ecossistema de Hwange.
Ações sociais
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Children in the Wilderness (CITW) – programa de educação ambiental para crianças de comunidades vizinhas ao parque.
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Apoio às escolas locais – construção e manutenção de salas de aula, bibliotecas, clínicas, fornecimento de material escolar e equipamentos.
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Programa de alimentação escolar – refeições nutritivas em escolas localizadas no entorno do Parque Nacional de Hwange.
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Emprego local – mais de 90% da equipe do Linkwasha é formada por moradores das comunidades vizinhas.
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Ngamo Livestock Farm & Vocational Centre – centro de formação profissional em agricultura sustentável, pecuária e conservação para jovens de 17 a 25 anos, totalmente financiado pela Wilderness.
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Turismo de impacto – hóspedes podem visitar projetos comunitários e o centro Ngamo, contribuindo diretamente para geração de renda local.
wildernessdestinations.com/impact
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Ellerman House
Ações ambientais
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Jardins de fynbos nativo – substituição de gramados por vegetação nativa, reduzindo o consumo de água e incentivando a biodiversidade.
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Gestão eficiente da água – sistemas de economia de água e paisagismo adaptado ao clima da Cidade do Cabo.
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Eficiência energética – uso de iluminação LED, bombas de calor e integração de energia solar.
Redução de resíduos – reciclagem, compostagem e eliminação gradual de plásticos descartáveis.
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Gastronomia responsável – ingredientes sazonais, fornecedores locais e frutos do mar de origem sustentável.
Ações sociais
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Click Learning – programa de alfabetização, matemática e aprendizagem digital em escolas públicas da África do Sul.
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ArtAngels – leilão beneficente anual de arte que arrecada recursos para educação.
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Emprego para jovens – o Click Learning forma e emprega facilitadores de aprendizagem em comunidades vulneráveis..
Valorização da arte sul-africana – apoio a artistas locais por meio da coleção permanente e do programa ArtAngels.
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Victoria Falls
Ações ambientais
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Programa de reciclagem de resíduos – separação e reciclagem de papel, vidro, plástico e alumínio em toda a operação do hotel.
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Compostagem de resíduos orgânicos – resíduos da cozinha transformados em composto para jardins e horta do hotel.
-
Eficiência energética – substituição de lâmpadas por LED e iniciativas para redução do consumo de energia.
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Redução da pegada de carbono – monitoramento do consumo de água, energia e emissões por meio das políticas ambientais da African Sun Hotels.
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Campanhas “Green Destination” – ações de conscientização ambiental com funcionários para manter Victoria Falls como destino limpo e sustentável.
Ações sociais
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Proteção da fauna local – apoio ao projeto de instalação de cerca elétrica no aterro municipal para impedir que elefantes e outros animais consumam lixo plástico.
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Parceria com Victoria Falls Wildlife Trust – apoio a projetos de conservação da vida selvagem e educação ambiental.
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Capacitação de colaboradores – treinamentos contínuos em reciclagem, gestão ambiental e sustentabilidade.
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Emprego e compras locais – priorização de mão de obra e fornecedores da comunidade de Victoria Falls, fortalecendo a economia local
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