Inhotim MG

Arte no parque
Aqui está o maior museu a céu aberto do planeta. Um lugar perfeito para você visitar com o seu Mitsubishi 4x4

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Inhotim colocou Minas Gerais no mapa mundial da arte contemporânea – e, na esteira do sucesso, abriu para os brasileiros uma região ótima para ser explorada de 4×4.

Localizado a 60 quilômetros de Belo Horizonte, o Instituto Inhotim funciona desde 2006 numa área de 780 hectares (440 deles de mata preservada). Não à toa, é aclamado como o maior museu a céu aberto do mundo.

Mas Inhotim é museu ou parque? Um pouco dos dois. O complexo é formado por 18 galerias espalhadas na mata, guardando um acervo próprio de mais de 800 obras e abrigando exposições temporárias. Há também muita arte fora das galerias. Elas formam instalações e parques de esculturas. Até o mobiliário tem arte na raiz – todos os bancos são feitos de árvores caídas. Parece ser muita informação – e é. Dois dias são justos para explorar o instituto – geralmente quem se programou para um dia só se arrepende – e poder relaxar no jardim botânico, com mais de 4 mil espécies.

Foto: Daniela Paoliello
Foto: Carlos Varela – Flickr
Foto: Otavio Nogueira – Flickr
Foto: William Gomes

Dentro do complexo, você escolhe quais rotas quer seguir – o melhor é pesquisar antes qual é mais a sua cara consultando pelo Google Art Project ou o site do Instituto. Os circuitos são separados por cores e, caso você se canse, pode usar os carrinhos elétricos do complexo. Ter o mapa em papel ou baixado no celular vai quebrar um grande galho. E não se esqueça de protetor solar, repelente, boné e tênis confortáveis. Anda-se muito entre as obras – e essa é a graça –, mesmo que você opte pelo carrinho elétrico para os trechos maiores. Entre as obras obrigatórias estão o Sonic Pavillion de Doug Aiken, os Fuscas de Jarbas Lopes e as peças da galeria Adriana Varejão.

Depois de acalmar a mente e malhar as pernas nos domínios de Inhotim, você pode esgotar o estoque de adrenalina na imensa rede de trilhas da região de Brumadinho. A cidade, infelizmente associada em todo o mundo com a tragédia da mineradora Vale em janeiro de 2019, é uma velha conhecida dos fãs de caminhos acidentados com muita lama, ladeiras desafiadoras, areal, riachos e trechos de retas.

Foto: Andrea Dallevo – Wikimedia

Com um Mitsubishi 4×4, você aponta para um vilarejo – como Rio Acima – e encontra aventura pelo caminho. Ou escolhe uma das cachoeiras da região – como a da Ostra ou a da Toca de Cima – e mistura off-road com um pouco de caminhada na mata para um banho renovador. Com uma praia de areia, a cachoeira da Toca de Cima fica a 5 quilômetros do vilarejo de Melo Franco – mas não desanime com a curta distância, são cinco quilômetros de emoção garantida, sobretudo se tiver chovido alguns dias antes do seu passeio.

Foto: Sovernigo – Wikimedia

Foto: William Gomes
Pousada Alta Vista

Onde ficar

A rede hoteleira da região é simples, formada por pousadas familiares. Belo Horizonte não fica distante, mas o trânsito da BR-381 (Fernão Dias) pode ser pesado – e cheio de caminhões, quebrando o clima. Se a ideia é explorar Inhotim, fique por lá. Há duas boas opções perto do Instituto Inhotim. Uma é o Ville de Montagne Hotel, com piscina e área de lazer para os dias normalmente quentes da região. Já na vila de Conceição do Itaguá, a Pousada Alta Vista reúne aquela dose certa de charme com aparente rusticidade, com chalés rodeados de jardins.

Onde comer

O Instituto Inhotim tem restaurantes – e dois deles valem bem a parada. O Tamboril é mais sofisticado, com bufê livre. Já o Oiticica fica em frente à Magic Square criada por Hélio Oiticica (no circuito rosa) e é mais econômico. Antes de começar o passeio pelo Instituto, ou ao terminar, pare para tomar um café com pão de queijo no Café das Flores, perto da recepção. Já na cidade Brumadinho, há boas opções de comida mineira em fogão de lenha. Se quiser algo mais completo, o Brumagrill serve churrasco rodízio com todas aquelas opções para agradar adultos e crianças.

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