Kona Village, a Rosewood Resort 


Aberto em 1966, o antigo e épico Kona Village, nas encostas sagradas de Kahuwai Bay, em Big Island, Havaí, foi o ícone de uma geração. Palco de momentos famosos de grandes estrelas, ele ganhou fama como um reduto rústico regido pelo legado dos nativos havaianos. Ironicamente, serviu como refúgio de férias de Steve Jobs: o lugar incentivava seus hóspedes a deixarem eletrônicos desligados e não tinha internet.

Kona Village

O intervalo de 12 anos entre o fechamento do resort (após sua destruição por um tsunami, em 2011) e sua reabertura, dessa vez sob a bandeira do grupo Rosewood, marca uma nova fase, regida pelos princípios da sustentabilidade e da manutenção dos costumes nativos. Recriado, conta com 150 hale (vilas decoradas com arte feita localmente) e ainda recebe os mesmos hóspedes cativos. Da construção original, muito se foi no desastre natural, mas o grande ícone do hotel, o Shipwreck Bar (um bar na praia feito com um barco naufragado) e a tradição de usar cocos na porta dos quartos como um sinal de “não perturbe” permanecem.

Kona Village

Com a reabertura, a elegante estrutura incluiu piscinas, spa e restaurantes. A essência do hotel está baseada no antigo vilarejo fundado por pescadores polinésios no século XVI, e sua identidade se mantém por meio de um centro cultural, cujo conselho é formado por oito descendentes de indígenas havaianos. O Kona também se prepara para se tornar exclusivamente movido a energia solar.   

rosewoodhotels.com

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